Recaatingamento

9/08/2011

Prática de queimadas prejudica a viabilidade da Convivência com o Semiárido

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Mais de 98% das queimadas praticadas no Brasil são de natureza agrícola. No semiárido esta prática é comum em muitas propriedades, uma vez que é uma forma rápida de “limpar” determinada área. Porém, e uma prática altamente agressora, causando sérios impactos ao solo e ao conjunto de seres vivos que dependem do mesmo.

A proposta de Convivência com o Semiárido difundida pelo Irpaa, ao longo dos últimos 20 anos, tem combatido este tipo de ação, sugerindo outras formas de manejo do solo e mostrando o quanto as queimadas prejudicam a terra e contribuem para a degradação do meio ambiente.

Ainda assim, é possível dizer que educar a população sobre o risco das queimadas é um grande desafio a ser superado. Trata-se de um problema resultante muitas vezes da falta de informação acerca do danos que podem ser causados ou, em outros casos, pela ação irresponsável da expansão da agricultura voltada para o lucro sem se preocupar com a sustentabilidade ambiental.

Os projetos desenvolvidos pelo Irpaa, a exemplo do Projeto Recaatingamento – que conta com o patrocínio da Petrobras – em suas formações e atividades práticas discute com as comunidades a necessidade de evitar as queimadas. O fogo consegue matar os bichos pequenos e matar a matéria orgânica existente, o que deixa a terra fraca, dura e seca. Em três ou quatro anos a terra está cansada e sem defesa, pois a queimada age no sentido de afastar os animais que combatem as pragas, matar os microrganismos do solo e eliminar os nutrientes. Além desses prejuízos, a fumaça contribui para o aumento da emissão de gases geradores do efeito estufa.

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