Recaatingamento

18/10/2011

Cerca viva na Comunidade de Curral Novo utiliza estacas de quiabento

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A construção de cercas vivas nas áreas do Projeto Recaantigamento permitirirá a retirada do isolamento atualmente feito com cerca-elétrica. Para isso, cada comunidade tem escolhido as espécies vegetais para a construção das cercas, como mandacaru e xique-xique, de acordo com a abundância dessas plantas em cada região. O projeto, executado pelo Irpaa, com patrocínio da Petrobras, através do Programa Petrobras Ambiental está em execução em sete comunidades tradicionais de Fundo de Pasto em municípios do Semiárido da Bahia.

Em Curral Novo, a 67 km de Juazeiro, a comunidade decidiu pelo uso do quiabento, uma planta espinhenta, com alta resistência aos períodos de estiagem, quando perde todas as folhas, aparecendo apenas os espinhos. O quiabento, também conhecido como espinheiro de Santo Antônio, ao ser plantado um ao lado do outro, cresce entrelaçando os galhos, formando uma cerca intransponível para os animais, de forma que seu uso poderá ser mais eficiente que as cercas construídas com cactáceas.

A cerca viva de quiabento já foi muito utilizada por agricultores/as do Semiárido, antes do surgimento do arame farpado como principal matéria-prima para a construção de roças e cercados, mas seu uso não vinha sendo aplicado há muitos anos, mesmo tendo um custo muito baixo, em comparação com as cercas convencionais, demandando apenas a mão de obra do serviço. A construção da cerca viva em Curral Novo, aconteceu em regime de mutirão e com isso, a técnica de construção de cerca viva passa a ser incentivada, por ser uma opção ambientalmente correta e sustentável, pois não há a necessidade de se cortar árvores.

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