Recaatingamento

1/02/2011

Armazenamento de plantas da caatinga contribui para viabiliddade da caprinovinocultura no Semiárido

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Uma das atividades mais comuns nas comunidades rurais do semiárido é a criação de animais, principalmente caprinos e ovinos. Muitos desses animais são criados em área de fundo de pasto, por isso se alimentam de plantas forrageiras da caatinga, a exemplo da jurema, favela, catingueira, canafístola, malva, umburana, mandioca brava, marmeleiro, quebra-facão.

No período chuvoso, a caatinga verde torna-se campo fértil para os animais que tem essas e outras plantas em abundância. Para garantir que o rebanho possa usufruir da alimentação forrageira no período da estiagem, época em que a folhagem da caatinga desaparece, uma prática recomendável é a fenação. Esta forma de armazenamento de alimentação animal contribui com o desenvolvimento da caprinovinocultura, uma vez que fornece para o rebanho um complemento alimentar com alto valor nutritivo, além de não não trazer custos para o produtor.

Por ser um complemento alimentar, o feno geralmente é reservado para animais jovens ou que estejam se recuperando de alguma enfermidade, animais reprodutores e fêmeas lactantes. É importante que as variedades de plantas sejam armazenadas separadamente, mas que ao oferecer aos animais estejam misturadas para que haja o equilíbrio dos nutrientes contidos em cada espécie. Em ordem crescente, a mandioca brava, jurema, favela e catingueira, possuem maior valor nutricional. Algumas plantas, como a maniçoba e o angico, também usadas na produção de feno, só são ingeridas após a desidratação das folhas, pois contém um princípio ativo tóxico, o qual é eliminado no processo de fenação.

Para produzir o feno, os galhos das plantas são cortados e colocados para desidratar em exposição ao sol. A desidratação acontece quando as folhas ficam quebradiças e com coloração esverdeada, não podendo secar demais, o que leva de 1 a 3 dias, a depender do sol, umidade do ar e do tipo de planta. As plantas que contém leite tendem a demorar mais. Após a desidratação deve-se retirar os galhos e armazenar a folhagem em local seco e arejado. O feno desse tipo de forrageira geralmente é guardado em sacos, protegido do sol e da chuva, podendo ser cobertos com palha de coqueiro ou lona e nunca colocados diretamente no chão. O feno dura de 6 a 8 meses, por isso deve ser feito durante o verde para ser consumido no período de estiagem.

O Projeto Recaatingamento, desenvolvido pelo Irpaa com o patrocínio da Petrobras, está contribuindo com a perpetuação das plantas nativas forrageiras. Nas formações nas comunidades, os produtores e produtoras passam a compreender a importância do uso do feno, bem como são incentivados a fazerem o manejo correto das espécies, preservando assim o bioma caatinga.

Uma das atividades mais comuns nas comunidades rurais do semiárido é a criação de animais, principalmente caprinos e ovinos. Muitos desses animais são criados em área de fundo de pasto, por isso se alimentam de plantas forrageiras da caatinga, a exemplo da jurema, favela, catingueira, canafístola, malva, umburana, mandioca brava, marmeleiro, quebra-facão.

No período chuvoso, a caatinga verde torna-se campo fértil para os animais que tem essas e outras plantas em abundância. Para garantir que o rebanho possa usufruir da alimentação forrageira no período da estiagem, época em que a folhagem da caatinga desaparece, uma prática recomendável é a fenação. Esta forma de armazenamento de alimentação animal contribui com o desenvolvimento da caprinovinocultura, uma vez que fornece para o rebanho um complemento alimentar com alto valor nutritivo, além de não não trazer custos para o produtor.

Por ser um complemento alimentar, o feno geralmente é reservado para animais jovens ou que estejam se recuperando de alguma enfermidade, animais reprodutores e fêmeas lactantes. É importante que as variedades de plantas sejam armazenadas separadamente, mas que ao oferecer aos animais estejam misturadas para que haja o equilíbrio dos nutrientes contidos em cada espécie. Em ordem crescente, a mandioca brava, jurema, favela e catingueira, possuem maior valor nutricional. Algumas plantas, como a maniçoba e o angico, também usadas na produção de feno, só são ingeridas após a desidratação das folhas, pois contém um princípio ativo tóxico, o qual é eliminado no processo de fenação.

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